Como alude Kelsem Ricardo Rios Lima, em um cenário empresarial de concorrência intensa, digitalização acelerada e decisões cada vez mais desafiadoras, consolida-se a percepção de que a informação bem utilizada é um dos principais ativos das organizações. Mais do que capital financeiro, estrutura física ou escala operacional, o que realmente diferencia as empresas, é a capacidade de coletar, analisar e aplicar dados de forma estratégica. Informações isoladas não geram valor por si só; o diferencial está em organizá-las e transformá-las em decisões consistentes e orientadas a resultados.
Se sua empresa já gera dados todos os dias, a pergunta é: você está usando ou apenas acumulando? Descubra como transformar informação em decisões que colocam seu negócio à frente da concorrência.
A nova moeda das empresas é informação bem usada muda a forma de tomar decisões?
A percepção de que a informação bem utilizada se tornou um dos principais ativos das empresas modifica significativamente o processo de tomada de decisão. Em vez de depender apenas da experiência individual ou de percepções subjetivas, os líderes passam a utilizar indicadores, relatórios e análises que revelam tendências, padrões e riscos. Esse apoio reduz a margem de erro e contribui para escolhas estratégicas mais consistentes e fundamentadas.
A valorização da informação como ativo estratégico também favorece a integração entre as áreas da empresa. Setores como vendas, marketing, operações e finanças deixam de trabalhar com dados isolados e passam a compartilhar informações em sistemas comuns. Conforme Kelsem Ricardo Rios Lima, essa visão mais conectada permite enxergar o negócio como um conjunto interdependente, no qual decisões tomadas em uma área influenciam diretamente os resultados das demais.
Além disso, decisões baseadas em dados tendem a ser mais transparentes e justificáveis. Quando uma escolha é sustentada por informações claras, fica mais fácil comunicar estratégias, alinhar equipes e avaliar resultados. A cultura organizacional se fortalece em torno de critérios objetivos, o que contribui para maior disciplina, responsabilidade e foco em metas mensuráveis.

Como transformar dados em vantagem competitiva real?
Coletar dados é apenas o primeiro passo. Para que a informação se torne uma vantagem competitiva, é necessário investir em organização, análise e interpretação. Sistemas de gestão, ferramentas de análise e profissionais capacitados desempenham papel fundamental nesse processo, garantindo que os dados sejam convertidos em insights relevantes para o negócio.
Outro aspecto essencial destacado por Kelsem Ricardo Rios Lima, é a qualidade da informação. Dados incompletos, desatualizados ou inconsistentes podem levar a decisões equivocadas. Por isso, processos de governança de dados, padronização de registros e validação constante são indispensáveis. A confiança nas informações utilizadas é condição básica para que elas orientem estratégias com segurança.
Quais riscos existem quando a informação não é bem utilizada?
O excesso de dados sem organização pode gerar paralisia decisória. Diante de muitos números e pouca interpretação, gestores podem ter dificuldade para identificar o que realmente importa. Isso leva a decisões tardias ou baseadas em critérios pouco claros, comprometendo a agilidade da empresa em ambientes competitivos.
Outro risco é o uso inadequado de informações sensíveis. Falhas na proteção de dados, vazamentos ou uso indevido podem gerar prejuízos financeiros, danos à reputação e problemas legais. A gestão da informação exige não apenas capacidade analítica, mas também responsabilidade e atenção às normas de segurança e privacidade.
Por fim, como pontua Kelsem Ricardo Rios Lima, ainda há o risco de ignorar dados relevantes por apego a práticas antigas ou resistência à mudança. Empresas que não valorizam a informação como ativo estratégico tendem a perder competitividade, pois continuam operando com base em suposições enquanto concorrentes utilizam análises para inovar, otimizar processos e entender melhor o mercado.
Autor: Mikeal Jorblud